Tudo sobre a prova de português para concursos

Os altos salários e a estabilidade tornaram os cargos públicos o grande desejo de um bom número de brasileiros. Porém, ao mesmo tempo em que representam segurança, conseguir uma vaga é um tremendo desafio. É preciso se dedicar aos estudos para vencer a concorrência, e o preparo para a prova de português para concursos é fundamental.

E você, está de olho em uma oportunidade dessas? Quer saber como se preparar para a prova de português para concursos? Então chegou ao post certo. Selecionamos as principais dicas para quem quer saber como estudar gramática, redação e interpretação de texto para se dar bem na prova e garantir sua aprovação.

Pronto para começar?

1. Entenda a importância do português para concursos

Como se preparar para um concurso de uma determinada área? Muitas pessoas pensam que o principal caminho é estudar muito para provas que abordam os aspectos mais comuns da carreira pública, como Direito Administrativo ou conhecimentos específicos.

Sem dúvida esses temas são importantes, porém a maioria dos candidatos tropeça e perde oportunidades por falta de domínio de um conteúdo básico: a Língua Portuguesa. Hoje, ela é a matéria que mais elimina candidatos em concursos.

E não é difícil entender por que a Língua Portuguesa é tão importante e por que essa matéria faz parte da maior parte dos concursos públicos. Além de ser nosso idioma materno, ser a ferramenta que nos dá acesso a muitas informações e permitir a interação com as pessoas, seu pleno domínio é fundamental para o exercício de muitas profissões.

Entre os exemplos mais comuns estão os concursos na área de Direito. Não podemos negar que, tão importante quanto o conhecimento das leis é a capacidade de um profissional da área se expressar e argumentar com clareza e exatidão.

Sua importância é tão grande que, em muitas provas, as questões referentes à área recebem peso dobrado. Como se isso não bastasse, as bancas têm formulado questões cada vez mais complexas, capazes de desclassificar candidatos excelentes ou, em outros casos, ser o diferencial que os leva às primeiras posições.

Portanto, quem quer um cargo público precisa entender que a preparação para a prova de português é fundamental.

Mas como, exatamente, um candidato precisa se preparar para essa prova? Vamos analisar as principais dificuldades que eles apontam para responder a essa pergunta de uma forma mais concreta.

Entre os aspectos que mais causam dúvida (e erros) na prova de português para concurso, podemos destacar:

1.1. Interpretação de textos

Diferentemente da gramática, que tem normas muito específicas, a interpretação é uma área que deixa os candidatos inseguros. Eles não sabem como se preparar para responder as questões.

1.2. Gramática

Sabemos que as normas da Língua Portuguesa — e suas exceções — favorecem a criação de verdadeiras armadilhas e pegadinhas gramaticais. Também é comum encontrar candidatos com dificuldade para empregar a norma padrão do idioma, pois a linguagem informal se torna cada dia mais distante desse modelo.

1.3. Redação

Desde o tempo de escola, a redação é um grande desafio para muitos. Expressar ideias de forma coerente, colocando o próprio ponto de vista de forma convincente, é uma dificuldade que muitos candidatos apresentam.

1.4. Tempo para a realização da prova:

Não é só o conteúdo da prova de português que assusta os candidatos. Muitos relatam a dificuldade para analisar as questões e respondê-las dentro do tempo concedido para a realização do concurso.

2. Conheça o perfil das bancas de concurso público

Mas afinal, o que é se preparar bem para um concurso? Infelizmente, não há uma resposta única ou fórmula pronta para isso, visto que cada banca tem estilos e nível de exigência específicos.

Uma coisa é certa: grande parte do sucesso de um candidato depende do conhecimento dessas características. Dessa forma, ele pode se preparar e fugir de surpresas e erros desnecessários.

Pensando nisso, selecionamos os principais organizadores de concursos no Brasil e pesquisamos suas características mais marcantes em fontes confiáveis. Conheça-as e saiba como se preparar para as provas:

2.1. Fundação Carlos Chagas (FCC)

Mesmo quando traz questões extensas, elas costumam ser objetivas e sem grandes mistérios. As provas de português da FCC são equilibradas e não costumam deixar nenhum item do edital de fora da prova. Portanto, se um tema apareceu na descrição, esteja preparado para responder questões referentes a ele.

É importante ficar atento ao enunciado das questões. Eles podem pedir que o candidato assinale a alternativa incorreta. Na hora da ansiedade e do nervosismo, muitos não percebem esse detalhe e erram questões relativamente simples.

Outra dica importante é estudar as provas anteriores. A Fundação não costuma mudar muito a forma das questões de um concurso para outro.

2.2. Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe)

As questões multidisciplinares e complexas fazem desses exames os mais temidos pelos concurseiros, e a prova de português costuma ser longa e cansativa. Também é essencial que o candidato esteja por dentro dos temas da atualidade.

Para respondê-la, uma técnica válida é assinalar o certo e o errado nos enunciados, pois a banca anula a questão inteira se o candidato errar apenas parte da resposta. Em caso de dúvida, recomenda-se que o candidato deixe a questão em branco e não chute. Qualquer equívoco pode levar a perda de pontos.

2.3. Cesgranrio

A banca é conhecida por ser metódica e realizar as provas separadas por matérias. Utiliza gráficos e imagens em questões referentes a atualidades, raciocínio e interpretação. Uma dica válida é treinar a partir de provas antigas, já que a banca costuma até mesmo repetir questões.

2.4. Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Dificulta a vida dos candidatos, já que não tem um padrão e muda o estilo da prova entre um exame e outro. No entanto, algumas características são previsíveis: textos longos para interpretação e análise gramatical.

Recomenda-se que o candidato estude todos os itens previstos no edital. As bibliografias exigidas são cobradas também. Como a prova é bem imprevisível, é importante que o preparo envolva questões de estilos variados.

2.5. Vunesp

Cobra muitas questões de gramática e, embora algumas perguntas sejam complexas, a maioria é bastante elementar. A melhor forma de se preparar é resolvendo provas anteriores, que mostram bem qual é o estilo das questões.

2.6. Esaf

É outra prova considerada difícil, com questões bem elaboradas e complexas. Porém, ela não costuma cobrar todos os itens do edital. Provas anteriores mostram os conteúdos que aparecem com frequência maior.

Para os candidatos às vagas da área do Direito, uma informação importante: a banca da Esaf é polêmica e costuma trazer temas para os quais não há consenso nem mesmo entre os doutrinadores. Por isso, geralmente tem um alto volume de recursos, o que pode inclusive atrasar o andamento da seleção.

3. Saiba como dominar a arte da interpretação de textos

Como dito, não existem regras para que o aluno possa estudar ao se preparar para a interpretação de textos. Esse é o principal motivo para tanta insegurança e também para os erros.

Em um curso preparatório, o candidato aprende táticas, ferramentas e técnicas de estudo que facilitam esse processo. Os anos de experiência tornam muitos professores capazes de ensinar dicas que os candidatos podem utilizar na hora da prova para otimizar a leitura e a compreensão.

Para obter bons resultados, o leitor precisa ter consciência das etapas para a interpretação de texto para saber como potencializar cada uma delas:

a) Pré-compreensão: para compreender um texto, é importante que o leitor tenha uma base de conhecimentos prévios sobre o tema. Por isso, quanto mais você ler e estudar sobre diversos assuntos, maior será a sua capacidade para entender produções referentes a eles.

b) Compreensão: ao iniciar a leitura, o candidato vai encontrar informações que ele já sabia, bem como novos dados. O conhecimento prévio permite que o leitor faça ligações entre esses dois grupos de informações. Porém, se ele parar nesta etapa, acontecerá o “li, mas não compreendi”: quando ele aprende os significados das palavras sem aprofundar, de fato, sua compreensão.

c) Interpretação: nessa etapa, o leitor já conversou o suficiente com o texto até fundir as ideias que já possuía com as novas contribuições. Desta forma, ele realmente amplia e aprofunda seu conhecimento sobre o tema.

Mas além de compreender o processo, é importante que você tenha ferramentas para torná-lo mais eficiente. Por isso, selecionamos algumas dicas infalíveis para você se tornar uma fera da interpretação. Conheça-as:

3.1. Domine a língua

Com um domínio aprofundado do idioma, o aluno se torna capaz tanto de compreender os textos de todas as disciplinas da prova quanto de elaborar suas respostas às questões discursivas de forma mais profunda e convincente.

3.2. Leia muito

Quanto mais frequente e variada for a sua leitura, maior será a sua capacidade de interpretar diversos textos. Isso acontece tanto pelo desenvolvimento da habilidade quanto pelo conhecimento de temas que vão enriquecer seu repertório e vocabulário. Essa é a base para ampliar sua compreensão geral.

3.3. Tome um tempo para ler devagar

Esse é, na verdade, um exercício de concentração que prepara o cérebro para sair do padrão de leitura da internet — superficial, cheio de links e distrações — com o qual estamos habituados.

Para isso, precisamos cultivar o slow-reading: reserve cerca de 45 minutos do dia longe de distrações tecnológicas, leia lentamente e faça seu cérebro recuperar gradualmente a capacidade de fazer a leitura linear de textos longos.

3.4. Faça paráfrases

Escrever as mesmas ideias com outras palavras é uma ferramenta poderosa para melhorar a compreensão, a memorização e até mesmo ampliar a capacidade de expressão.

3.5. Aprenda gramática aplicada ao texto

Tão importante quanto conhecer os conceitos (sujeito, adjetivo, predicado, adversativo…) é entender como a sua utilização contribui para o sentido de um texto.

Já falamos que o domínio da língua enriquece a interpretação, e aqui voltamos a falar disso. Portanto, depois de aprender o conceito, aplique-o em frases, procure exercícios de fixação que utilizam trechos de obras e, finalmente, identifique sua aplicação em textos mais longos.

4. Aprenda como treinar gramática para a prova de português

A gramática está entre as áreas da Língua Portuguesa mais temidas por alunos e concurseiros, e não é para menos.

Alguns simplesmente não veem uma lógica tão clara nas questões gramaticais. Outros reconhecem que a maneira como a escola ensina essas normas não chega ao nível de aprofundamento que os concursos cobram de seus candidatos.

Além da dificuldade para dominar tantas regras, por utilizarem a língua desde cedo, muitos candidatos entendem que já conhecem suficientemente o idioma e não precisam se dedicar tanto a ele, dando preferência a matérias específicas.

No entanto, esse é um raciocínio equivocado, e a prova disso é baixa pontuação que muitos concurseiros obtêm nesta parte da prova.

Por isso, o candidato deve dedicar boa parte de seu tempo para o estudo do português. Cada tema precisa ser estudado em profundidade, e não apenas de forma teórica, principalmente por meio da solução exaustiva de exercícios.

Porém, não basta estudar muito. É importante estudar corretamente. Para ter resultado, o concurseiro deve seguir um roteiro que vai melhorar sua compreensão, facilitar a retenção da informação e acelerar sua aprendizagem.

Quando o candidato recorre a um curso especializado, o material de estudo já garante um bom direcionamento dos temas. É fundamental não estudar aleatoriamente, pois um tema, por exemplo, como a sintaxe, depende da compreensão da morfologia. Logo, se o aluno inverter a ordem, ele provavelmente terá problemas e um baixo aproveitamento dos dois tópicos.

Então, qual é a ordem ideal para o estudo de português? A melhor opção é:

  1. Fonologia
  2. Morfologia
  3. Sintaxe
  4. Semântica
  5. Estilística

O mais importante é a ordem dos três primeiros itens. Semântica e estilística podem ser estudadas simultaneamente com os outros temas.

Além disso, não se esqueça: faça exercícios! Procure bancos de questões, responda-as e então faça uma correção atenta, de preferência com a ajuda de um especialista ou comentários confiáveis.

É analisando esses erros e acertos que você consegue entender como a gramática se aplica à língua e, mais que isso, como as bancas inserem esses aspectos nas questões.

5. Descubra como tirar 100 na prova de redação

Uma das grandes dificuldades dos alunos desde os tempos de escola, a redação também é um dos aspectos importantíssimos dos concursos. Mais uma vez, o domínio da língua está entre os requisitos que colocam os candidatos à frente de seus concorrentes.

Nessas circunstâncias, a banca geralmente espera que os candidatos demonstrem sua capacidade para produzir, interpretar e escrever textos técnicos e oficiais.

Embora o conhecimento do assunto e a capacidade de organizar as ideias sejam suficientes para garantir uma nota mínima, a presença de erros gramaticais custa muitas posições na classificação do candidato.

Por isso, eles devem ficar muito atentos e se preparar para não cometer erros de pontuação, ortografia, estruturação sintática, concordância verbal e nominal, regência, crase, entre outros. A lista é extensa, e por isso o preparo antecipado é fundamental.

Depois desse primeiro passo, que é dominar a língua, é hora de prestar atenção à construção do texto. Para isso, separamos 8 dicas matadoras para você tirar 100 na prova de redação:

5.1. Fique atento ao formato pedido

Pode parecer elementar, mas muitos candidatos tropeçam por não adequarem suas redações à proposta da banca. Os textos mais solicitados são os dissertativos-argumentativos e dissertativos-expositivos, e que tratam de temas de áreas específicas do concurso. Também é importante respeitar o número máximo de linhas determinado.

5.2. Treine

O resultado é aperfeiçoado pela prática. Por isso, a preparação envolve a escrita de diversos temas. Se você se acostumar a escrever sobre os diferentes assuntos, dos mais populares aos mais elaborados, se sentirá mais seguro na hora de fazer uma redação para valer.

5.3. Acrescente conteúdo

Não adianta um candidato dominar todas as técnicas de escrita se ele não tiver o principal elemento para uma boa redação: o conteúdo.

Portanto, invista na construção de um repertório maior, que envolva novas ideias e um vocabulário mais amplo. Se você conhecer diversos assuntos e tiver se informado sobre diferentes pontos de vista, terá uma facilidade maior para dissertar sobre eles e criar uma argumentação convincente.

5.4. Procure um mentor para corrigir seus textos

Peça a ajuda de um professor ou de um profissional com conhecimento na área para corrigir seus textos. É importante que essa pessoa saiba fornecer um feedback completo, explique o que está errado e como sua redação (ou conhecimentos gramaticais) podem melhorar.

5.5. Crie um modelo e siga-o

De forma geral, as redações precisam de alguns elementos estruturais. O mais comum é encontrar introdução, desenvolvimento e conclusão, distribuídos em 4 ou 5 parágrafos. É importante que cada bloco de texto tenha um começo, meio e fim claros.

5.6. Não divague

Infelizmente, alguns candidatos criam o hábito de divagar em suas redações ou de “encher linguiça” para obter logo a quantidade de linhas solicitadas. Essa é uma falha que as bancas não perdoam.

Para construir um texto perfeito, é importante que ele seja objetivo e repleto de conteúdo de qualidade. Ele também deve ser claro, sem dar margem a interpretações equivocadas e causar confusão.

5.7. Use linguagem simples e objetiva

Palavras complicadas, muito distantes da linguagem usual, tendem a causar problemas na redação.

Além da possibilidade de utilizá-las de forma inadequada e totalmente fora do contexto — às vezes supomos que uma palavra tem um significado que ela não tem —, as chances de cometer erros de regência, concordância e tornar as ideias confusas aumentam consideravelmente.

5.8. Releia o texto

Concluído o texto, releia-o. Mas não faça isso de forma automática. Durante o concurso, você não poderá fazer essa leitura em voz alta, mas faça-a atentamente, tentando ouvir as palavras “com a mente”. Isso vai ajudá-lo a identificar erros de concordância, estrutura e coerência.

Antes da entrega, verifique se o seu desenvolvimento e conclusão foram capazes de resolver o problema proposto na introdução. Não basta ter conteúdo, ele precisa ser expresso de forma organizada, clara e objetiva.

5.9. Garanta a legibilidade e siga normas de estilo

Todas as normas têm um objetivo principal: garantir que o texto seja entendido facilmente pelo leitor. Isso inclui a escrita com uma letra legível, que o leitor consiga decifrar com facilidade.

Não se esqueça das outras regras de estilo e da língua: recuos de parágrafo, acentos, utilização correta de maiúsculas e hífens, entre outras. Nunca pule linhas no meio do texto. Caso a banca peça título, ele deve ser composto por uma frase nominal, ou seja, sem verbo.

5.10. Mantenha os 3 Cs em mente

Toda redação precisa ter três características: coerência, coesão e concordância verbo-nominal. Treine para alcançar essas qualidades e suas chances de conseguir uma redação perfeita serão muito maiores!

6. Evite cair em pegadinhas da prova de português para concursos

Ao elaborar uma prova, a banca pode criar uma série de pegadinhas. Existem vários tipos, que vão desde enunciados que pedem para marcar a alternativa incorreta até pequenos detalhes que passam despercebidos para candidatos nervosos.

Para evitá-los, é importante analisar provas antigas sob a supervisão de especialistas experientes, que ajudam a identificar esse tipo de armadilha.

Porém, há outras situações muito comuns na Língua Portuguesa que, mesmo sem qualquer intenção da banca, “pegam” muitos candidatos. Quer saber quais são elas? Nós vamos contar a você!

  1. Verbo haver: quando ele tem o sentido de existir, se torna um verbo impessoal e fica sempre no singular. Exemplos: (faz) tempos não chove. (existem) muitos candidatos inscritos no concurso.
  2. Há / a: se refere ao verbo haver e indica o que já existiu (passado). Sempre que se troca o há por faz, ele é um verbo. Já o a é uma preposição. Ela indica distância no tempo e espaço, e não faz referência ao passado Exemplos: Passei nesse concurso (faz) muitos anos. O local da prova fica a seis quilômetros daqui.
  3. Mas / mais: esse erro elementar ainda derruba muitos candidatos. Mas é um sinônimo de porém, enquanto mais indica uma soma. Exemplos: Estudei as matérias específicas, mas (porém) sei que preciso estudar mais (quantidade adicional) português.
  4. Aonde x onde: muitos confundem essas palavras na hora de falar, e levam o problema para a escrita — e para as provas! Não caia nessa armadilha. O “aonde” é utilizado com verbos de mudança e movimento, como em “Aonde você vai”? O “onde” se refere a situações em que não ocorre movimento, como “Onde você mora”?
  5. Orações subordinadas e coordenadas: nem sempre elas são muito bem compreendidas pelos estudantes, que acabam memorizando as conjunções e os tipos de orações onde elas são usadas.
  6. Mal / mau: esse é outro erro clássico. Mal é um substantivo, e mau, um adjetivo equivalente a malvado. Uma boa dica é se lembrar que, na história da Chapeuzinho o lobo é mau.
  7. Porque / por que / por quê / porquê: é realmente difícil entender por que uma língua precisa de tantos porquês, mas o fato é que não entender a aplicação de cada um deles pode custar pontos preciosos ao candidato.

Sim, há muito trabalho a ser feito. Mas com dedicação, estudo e assessoria competente, é possível se preparar direitinho para a prova de português para concursos e conquistar sua vaga no setor público.

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